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Uma das maiores pandemias existentes no mundo é a dependência química, através das drogas lícitas e ilícitas, tormento da sociedade e em especial das famílias e que atinge em cheio o trabalhador.
As drogas lícitas são as drogas legalizadas ou ditas recreativas como as bebidas alcoólicas, medicamentos de fácil acesso nas farmácias e as drogas ilícitas, proibidas, como a cocaína, haxixe, etc., porém facilmente encontradas e oferecidas nas ruas.
Nas relações do trabalho a dependência química é agente de absenteísmo (faltas ao trabalho), acidentes do trabalho, doenças e desagregação familiar que se espraia pela relação do dia a dia com a Organização, o que vem a promover baixa produtividade e discórdia no grupo de trabalho.
Não é mais novidade para ninguém que a “Dependência Química” (termo genérico para o uso patológico de álcool e outras drogas), constitui hoje, um dos mais sérios problemas de ordem Biopsicossocial (que se refere a fatores biológicos, psicológicos e sociais) da humanidade, e um dos problemas que mais atormentam as organizações e as consequências sobre os seus colaboradores.
Podemos definir de forma didática que droga é toda e qualquer substância natural ou sintética que introduzida no organismo, altera o metabolismo e implica em mudanças comportamentais e mentais. Sendo assim, podem ser classificadas como:

  •  Drogas Lícitas: Aquelas que são legalizadas, produzidas e comercializadas livremente e são aceitas pela sociedade. Os exemplos mais claros e conhecidos são o cigarro e as bebidas alcoólicas.
  • Drogas Ilícitas: Têm sua comercialização proibida pela legislação e seu uso não é aceito pela sociedade. Os exemplos são muitos, como cocaína, crack, maconha, heroína, etc.

No tocante as Organizações, temos que definir dois tipos de dependentes químicos clássicos, os usuários recreativos, dos finais de semana, e os dependentes químicos contumazes, aqueles que fazem uso diariamente inclusive nos ambientes de trabalho. Vale ressaltar, que os dois tipos são danosos a saúde, a família e as Organizações, e como consequências corporativas apresentam queda na produtividade, absenteísmo, e são geradores de conflito no grupo de trabalho.

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